- Consumidor está confiante para compras de Natal
- Mídia externa é a que mais cresce em investimento
- Brasil pode se tornar a 5ª economia do mundo em 2015, diz Mantega
- Rock in Rio: espetáculo de interação
- Banda Larga Nacional fica para abril
- Credit Suisse divulga dados de pesquisa de consumo
- Os brasileiros e a informação pela internet
- Brasil deve ter 70 milhões de domicílios conectados em 2015
- Info lança site de comparação de preços
- Em 2014, serão 500 milhões de usurários de banda larga fixa
Conar é melhor caminho para reclamações de empresas
Fonte - Site AdNewsO Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) costuma aparecer no "olho do furacão" quando surge alguma polêmica envolvendo campanhas, como nos inúmeros casos da Nissan e, mais recentemente, da Hope. Mas, segundo levantamento da Folha de S.Paulo, é na briga entre empresas que está concentrada boa parte do trabalho do órgão.
Sempre que uma marca se anuncia líder de mercado, dona do maior estoque ou do menor preço, por exemplo, entra na mira dos concorrentes, que, por uma taxa de R$ 1.5 mil, podem reclamar ao Conar.
O órgão é a melhor alternativa para as empresas, pois sai mais rápido e mais barato do que levar o caso à Justiça. Além disso, como explicou o presidente do Conar, Gilberto Leifert, ao jornal, é a chance de se defender diretamente via departamento de marketing.
Enquanto o Conar leva cerca de 90 dias para analisar cada caso, a Justiça precisa de, no mínimo, dez anos para resolver plenamente. "Há 52 oportunidades de pedir reexame da apreciação", informou o desembargador do TJ/SP, José Renato Nalini. "É uma coisa medieval."
Entre janeiro e julho deste ano, a maior parte das queixas recebidas pelo Conar veio de consumidores que se sentiram enganados pelas propagandas. Depois aparecem as empresas se digladiando entre si o que, em 2010, gerou 108 processos - para os quais houve 52 sugestões de alterações e 13 de sustação. Neste ano já foram 65 julgamentos: 24 alterados e 8 sustados.