- Governo derruba imposto sobre tablets no Brasil
- Chegamos ao fim da primeira década 100% digital
- Empresas se antecipam à lei que dá fim às sacolas plásticas
- Grandes ideias da propaganda devem estar preparadas para durar e ter sucesso em diversas mídias, afirma Washington Olivetto
- Mídia externa é a que mais cresce em investimento
- Banda Larga Nacional fica para abril
- Conar é melhor caminho para reclamações de empresas
- Governo vai cobrir 163 cidades com web sem fio
- Homem que não usa dinheiro dá 10 dicas para economizar
- 94% dos visitantes de lojas virtuais realizam compras on-line no Brasil
- Brasil deve ter 70 milhões de domicílios conectados em 2015
- Intenção de consumo das famílias cresce 0,6% em setembro
- Até 2012, Brasil terá um PC para cada dois habitantes
- Brasil terá 500 cidades digitais até 2014
- Facebook lança espaço dedicado aos publicitários
- 37% da classe C planeja comprar um imóvel
- Os brasileiros e a informação pela internet
- Em breve, pague suas contas via iPhone e iPad
- Portabilidade numérica bate recorde no segundo trimestre
- Internet cresce, passa a revista e encosta no jornal
- Sites de compras coletivas já passam de mil
- ZTE desenvolve celular para idosos
- Varejo online deve ultrapassar R$ 30 bilhões
- Bem-estar é o novo luxo
- Facebook fatura US$1,86 bilhão com propaganda
- Órgão regulador coloca fim às restrições para criação de novos domínios de internet
- A voz que vale 1 milhão. O narrador esportivo mais amado e odiado do país é também o maior salário da TV brasileira. E esse é apenas um dos muitos motivos para ter inveja de Galvão Bueno.
- “O mundo descobriu que Brasil não é apenas Pelé e samba”
- Cai confiança do brasileiro nos meios de comunicação
- Educação para o consumo. Uma pesquisa com 600 crianças e adolescentes mostra que a publicidade tem função pedagógica – e prova que a garotada vê comerciais com um inteligente ceticismo.
- TVs abertas perdem audiência
- Programação alugada derruba audiência da TV aberta
- Cinema movimentará R$ 1,76 bilhão no Brasil
- Anunciantes ainda contam com o poder da TV
- Rock in Rio: espetáculo de interação
- Com mesmo tamanho, aeroportos terão 1,5 milhão de passageiros a mais
- Plano de banda larga terá R$ 589 milhões
- Conheça um buscador de banners
- Brasil salta para 5º lugar em ranking de atração de investimento externo
- Cliente da DLM arrebata selo de responsabilidade ambiental
- Cesta dá destaque a itens em supermercados
- Homens lideram acesso a sites de compras coletivas
- Fábrica de iPad no Brasil deve ser instalada no interior de São Paulo
- Para ONU, modelo brasileiro de concessão ameaça a democracia
- Fiocruz cria bioinseticida contra mosquito da dengue - Os comprimidos, colocados na caixa d\'água, provocam paralisia nas larvas, que deixam de se alimentar.
- Empresa lança pendrive com leitor de impressão digital
- Uso excessivo de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral
- Após febre, 20% dos sites de compras coletivas saem do ar
- Internet fatura R$ 1,06 bilhão em 2010
- Apple é a mais admirada do mundo pela 4ª vez
- O Poder da Validação
- Design só para elas
- Credit Suisse divulga dados de pesquisa de consumo
- Redes sociais são mais populares no fim da semana
- Panasonic lança câmera com Photoshop
- Consumidores preferem TV paga a sites de vídeo online
- Sinal digital contempla mais três emissoras
- Consumidor está confiante para compras de Natal
- TV paga ganhou 155 mil novos assinantes em janeiro
- Vendas de celulares com câmera superarão 1 bilhão em 2011
Ascensão social e novo perfil de consumo alteram cálculo de inflação no País
Fonte - Site IGA elevação do poder de compra da população com ganhos reais em diversas categorias profissionais, a melhoria na distribuição de renda por meio de programas de federais como o Bolsa Família, fizeram com que milhões de pessoas entrassem na classe média com um farto apetite para o consumo.
Essa mudança no estrato social chegou neste início de ano ao índice oficial de inflação do País, medido pelo IPCA. Pelo novo cálculo da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), perdem peso cinco entre nove grupos que compõem o indicador, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) responsável pela elaboração do indicador.
Os segmentos de Habitação, Transportes, Saúde e Cuidados Pessoais e Artigos de Residência ganham peso no cálculo da inflação, refletindo essa mudança nos hábitos da população e o aumento do poder aquisitivo. Já os Alimentação e Bebidas, Vestuário, Despesas Pessoais, Educação e Comunicação tiveram o peso reduzido.
Com essa nova forma de cálculo, caso ela já estivesse sendo aplicada em 2011, a inflação oficial do País teria sido menor: 6,1% pelo novo modelo, contra 6,5% registrados oficialmente pelo IBGE no ano passado.
A profunda mudança no comportamento dos consumidores brasileiros, fez com que o IBGE retirasse do do cálculo do IPCA produtos como a máquina de costura, o chuchu, o chope, o filme de máquina fotográfica e o flash descartável.
Esses itens foram substituídos por produtos como o salmão, a assinatura de TV a cabo e internet banda larga, que foram incorporados ao cotidiano de muitas pessoas após a melhoria do perfil social.
Perdas e ganhos
O grupo Alimentação e Bebidas perdeu espaço de 23,46% para 23,12%, embora se mantenha na liderança na participação da formação do IPCA. Dentro de Alimentação e Bebidas, a alimentação no domicílio ganha um pouco de espaço, saindo de um peso de 15,08% para 15,15%.
Já alimentação fora do domicílio perde peso, saindo de um peso de 8,38% na formação da taxa do IPCA para 7,97%.
O segundo maior peso na formação do IPCA ficou com Transportes, que ganhou espaço no novo cálculo, saindo de uma participação de 18,69% para 20,54%. Ganharam peso no IPCA ainda os grupos Habitação, que passou de uma participação de 13,25% para 14,61%, Artigo de Residência, de 3,90% para 4,67%, e Saúde e Cuidados Pessoais, de 10,76% para 11,09%.
Perderam espaço no cálculo do IPCA Vestuário, que saiu de 6,94% para 6,66%, Despesas Pessoais, de 10,54% para 9,94%, Educação, de 7,21% para 4,37%, e Comunicação, de 5,25% para 4,96%.
Internet alcança quase 220 milhões de domínios
Fonte - Site AdNewsQuase cinco milhões de nomes de domínios foram adicionados à internet no terceiro trimestre de 2011, elevando o número total de registrados para quase 220 milhões entre todos os domínios no mundo inteiro, de acordo com o mais recente Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet, publicado pela VeriSign.
O aumento de 4,9 milhões de nomes de domínios representa uma taxa de crescimento de 2,3% sobre o segundo trimestre de 2011, e marca o terceiro trimestre consecutivo com um crescimento superior a 2%. A internet adicionou 4,5 milhões de nomes de domínios no primeiro trimestre (um aumento de 2,2%) e 5,2 milhões de nomes de domínios no segundo trimestre (aumento de 2,5%).
Os Domínios de Primeiro Nível (TLDs) .com e .net tiveram um crescimento agregado no terceiro trimestre, alcançando um total conjunto de 112 milhões de nomes. Novos registros .com e .net alcançaram um total de 7,9 milhões durante o trimestre. Isto representa um aumento ano a ano de novos registros de 5,9%.
Brasil pode se tornar a 5ª economia do mundo em 2015, diz Mantega
Fonte - Site TerraO Brasil está "se consolidando entre os países que mais estão crescendo no mundo ao longo do tempo", disse o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao comentar o estudo divulgado pelo Centro de Pesquisa para Economia e Negócios, que apontou o Brasil como a sexta maior economia do mundo, superando o Reino Unido. De acordo com o ministro, o Brasil poderá chegar em 2015, a ser a quinta economia do mundo, caso a economia do País continue crescendo. "Podemos aumentar a nossa média de crescimento e crescer mais do que 4%, em média, nos próximos anos", disse o ministro.
Mantega deu a declaração em breve entrevista fechada a emissoras de TV na tarde desta segunda-feira, em São Paulo. "Isto é algo que veio para ficar porque nós observamos que vários países do mundo estão em crise e vão continuar crescendo lentamente, como é o caso dos países europeus. Nos tornamos a sexta economia do mundo, porque passamos o Reino Unido e temos chances de continuar passando outros países europeus, que vão continuar em marcha lenta nos próximos anos", disse o ministro.
Mantega disse ainda que os desafios do Brasil são a de manter o dinamismo e "enfrentar os problemas que essa crise nos coloca". Entre estes problemas, o ministro citou a falta de crédito internacional e o aumento da "concorrência predatória".
Para Mantega, apesar de ser agora a sexta maior economia do mundo, o Brasil ainda não pode ser considerado um País avançado. "Temos que melhorar o padrão de vida da população ainda mais. Melhorar a saúde, a educação, dar mais possibilidade para que todos possam adquirir a casa própria. Ainda temos muitos desafios pela frente para chegarmos ao padrão europeu".
Cresce a mistura entre TV e redes sociais
Fonte - Site AdNewsO desejo dos consumidores pela conexão via redes de relacionamento e a demanda de conteúdo a qualquer hora, em qualquer lugar, impulsiona a maior convergência da indústria de entretenimento dos últimos anos. A tendência também leva a uma mudança radical na experiência tradicional de assistir TV, de acordo com um estudo global publicado pela Motorola Mobility.
O Barômetro de Engajamento de Mídia de 2011, estudo independente de hábitos de consumo de vídeo feito com 9 mil consumidores, de 16 países, mostra que os consumidores procuram TV móvel, TV social, serviços de casa conectada e serviços em nuvem personalizados. Cada uma dessas categorias oferece aos provedores de serviços oportunidades significativas de expandir seu portfólio, impulsionar a fidelização de clientes e explorar novos fluxos de receitas.
“Os consumidores estão cada vez mais conectados e querem acesso permanente a seus conteúdos e comunidades”, disse John Burke, vice-presidente sênior e gerente-geral de Experiências Convergidas da Motorola Mobility. “Eles não estão preocupados em como a tecnologia faz tudo isso acontecer; simplesmente querem que funcione e esperam que se adapte perfeitamente à sua rotina diária. A tendência de convergência que estamos vivendo representa uma enorme oportunidade para nossos clientes, no sentido de proporcionar aos consumidores essa experiência simples e intuitiva de levar o conteúdo ao consumidor em suas residências.”
Engajamento on-line e TV social
Com uma média de 12 horas on-line por semana e mais seis horas dedicadas às redes de relacionamento, o engajamento on-line continua a ser um fator importante na rotina semanal do consumidor.
Além disso, a TV social já é uma tendência importante: mais da metade (61%) dos entrevistados em nível global diz que já discutiu um programa de TV com amigos via redes sociais. A expectativa é de que a tendência se mantenha – outros 49% disseram que teriam interesse nesse tipo de serviço.
As pessoas preferem acesso a serviços de TV social via PC, smartphone ou tablet (43%) em vez de acessar pela televisão utilizando o menu na tela (40%). Usar redes de relacionamento para comentar programas é o serviço de TV social preferido por 89% dos entrevistados na Alemanha, 87% nos Estados Unidos e 60% na Coreia.
Entrevistados na Rússia (55%) e nos EUA (34%) disseram que prefeririam um serviço de TV social com links para sites nos quais pudessem comprar produtos mostrados no programa, enquanto apenas 23% dos entrevistados na Alemanha preferiram esse tipo de serviço.
As pessoas preferem um serviço de videochamadas com familiares e amigos, com maior intenção de adesão do serviço na China, com 58% dos entrevistados, em comparação com 37% dos americanos e somente 19% dos que vivem no Reino Unido.
Consumo de TV permanece estável
O desejo dos consumidores por conexão constante está influenciando o consumo de TV e filmes, que responde por uma média mundial de 15 horas por semana. Os alemães assistem, em média, a 18 horas de TV e vídeo por semana, sendo que em 2010 viam 14 horas. Os entrevistados dos EUA agora assistem a 21 horas de TV por semana – duas horas a mais que em 2010.
Graças ao DVR - gravador digital de conteúdo -, a TV sob demanda está mudando o modo e o momento em que os consumidores veem seus programas prediletos. Este ano, três vezes mais pessoas estão assistindo TV sob demanda – 18%, em comparação com 5% no ano passado. Houve um aumento semelhante no Reino Unido, onde 15% dos consumidores estão assistindo TV sob demanda em 2011, contra 8% em 2010.
Os provedores de serviços poderão aproveitar a tendência, oferecendo melhor experiência de transmissão de programação ao vivo. A utilização cada vez mais intensa de mídias sociais integradas com o guia de TV pode incentivar telespectadores a assistir à transmissão original do programa e compartilhar imediatamente com outros fãs e amigos.
TV móvel
A TV móvel realmente decolou no último ano – mais de um terço (37%) dos entrevistados no mundo dizem que assistem a serviços de televisão fora de casa por meio de um smartphone, tablet, PC ou laptop.
A pesquisa de 2011 revelou que o número de pessoas nos Estados Unidos que assistem TV no smartphone aumentou quase cinco vezes com relação a 2010: 23% atualmente assistem TV em seus smartphones. Comparativamente, 46% dos japoneses relatam que assistiram TV móvel em seus smartphones em 2011.
A Alemanha (22%), Emirados Árabes Unidos (20%), México e Cingapura (ambos 19%) também são grandes fãs da TV móvel, enquanto apenas 7% dos argentinos assistem TV móvel menos de uma vez por semana.
Por último, mais que um quarto (27%) dos consumidores globais com idade entre 25 e 34 anos assistem TV em dispositivos móveis uma ou duas vezes por semana, contra um pouco mais de um terço (34%) dos consumidores na faixa de 45 a 54 anos e um terço (33%) dos entrevistados com mais de 55 anos.
Nuvem pessoal toma forma
Um estudo de setembro de 2011 da Juniper Research projeta que receitas de serviços em nuvem para consumidores alcançarão o nível de US$ 6,5 bilhões até 2016. Segundo a pesquisa, esse crescimento será impulsionado por serviços de vídeo e música. Os resultados são confirmados pelo estudo da Motorola, que revelou que 52% dos consumidores americanos tinham interesse em um serviço que permitisse acesso aos seus dados pessoais (tais como vídeos, fotos e outras informações) em qualquer dispositivo, de qualquer lugar do mundo.
Em 2011, 41% dos entrevistados globais disseram que teriam interesse em um serviço do tipo nuvem pessoal, mas que teriam de ser convencidos de seu valor. Esses resultados são mais fortes entre os entrevistados de Cingapura (50%), Coreia do Sul (49%), Emirados Árabes Unidos (39%) e EUA (34%).
Entrevistados da China (38%), México e Turquia (ambos 35%) foram os mais interessados nesse tipo de serviço, contra 7% dos alemães.
Casa conectada
As pessoas do México (49%), Turquia (43%) e China (42%) são as mais interessadas na possibilidade de gerenciar dispositivos da residência remotamente, seja via smartphone, tablet ou laptop, enquanto, com 31%, a Austrália, Suécia e Estados Unidos estão mais próximos da média global de 30%.
No mundo, 36% das pessoas questionadas disseram que gostariam que seu provedor de comunicações, em vez de empresas de segurança residencial ou prestadoras de serviços públicos, fosse um serviço de automação residencial. Por último, o estudo revelou que controlar a casa remotamente é mais interessante para os homens (34%) do que para as mulheres (26%).
Jovens brasileiros admitem ser viciados por tecnologia
Fonte - Site AdnewsO NJovem da Abril Mídia apresentou uma sondagem sobre o comportamento do jovem consumidor diante da tecnologia.
Realizado em parceria com a área de Pesquisas e Inteligência de Mercado da Abril, com 1.197 garotos e garotas de 15 a 24 anos (segmentados em dois grupos, 15 a 18 anos e 19 a 24 anos), "O jovem e os Gadgets" reúne a opinião de internautas dos sites Capricho, Guia do Estudante, Mundo Estranho e Superinteressante e revela como eles se relacionam com seus aparelhos, identificando o uso, função e importância de cada equipamento em suas vidas.
"A tecnologia é essencial para o jovem. A maioria se declara viciado e está sempre buscando informações sobre os últimos lançamentos no mercado. Os aparelhos tecnológicos que possuem são, principalmente, importantes na vida pessoal. Sem esses recursos, a comunicação, diversão e estudo são afetados", revela a sondagem. O estudo completo pode ser acessado aqui.
Entre os pontos, destaca-se:
A câmera digital é um aparelho de posse mais feminina: 57% delas possuem câmera e, no caso deles, 32%.
92,7% de meninos e meninas entre 15 e 18 anos consideram que o notebook/laptop é muito importante em suas vidas, enquanto 64,9% dos representantes da faixa dos 19 aos 24 anos acham que esses equipamentos são os mais completos.
69,5% dos jovens usam seus gadgets mais de 5 horas por dia.
Os mais novos geralmente trocam seus gadgets em um espaço de tempo mais curto que os mais velhos. Os aparelhos trocados com mais frequência são os smartphones, celulares e tablets. No caso da substituição, os meninos tendem a trocar seus aparelhos em um espaço de tempo menor do que as meninas.
74,2% da garotada de 15 a 18 anos utilizam planos pré-pagos de celular, percentual que cai para 64% entre os jovens de 19 a 24 anos.
44% desse público é cliente da operadora de celular TIM; 32,7% da VIVO; 28,8% da Claro; 22,9% da Oi, e 2,3% da Nextel.
Jovens de 15 a 18 anos gastam 355,8 minutos em ligações móveis, enquanto os mais velhos (19 a 24anos) utilizam 295,43 minutos.
47% dos participantes da sondagem possuem pacotes de dados.
8 em cada 10 jovens entre 19 e 24 anos já baixaram algum aplicativo para o seu smartphone. A média de aplicativos baixados também é maior entre essa faixa etária, 40. Grande parte dos jovens baixa aplicativos todos os meses.
TV digital aberta chega a mais de 45% dos brasileiros
Fonte - Site AdNewsO sinal da TV digital aberta é recebido gratuitamente por 457 municípios. De acordo com dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esses municípios possuem uma população somada de aproximadamente 86.641.005 pessoas, o que equivale a 45,4% dos brasileiros.
Considerando as cinco regiões geográficas do País, a maior parte desses municípios está na região Sudeste. Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo concentram 159 municípios com o sinal digital de pelo menos uma emissora, a exemplo de Araguari (MG), que passou a fazer parte da área de cobertura no último mês de setembro, e Campos de Goytacazes (RJ), que teve o sinal digital inaugurado neste mês. O Sudeste possui 59% de sua população com acesso ao sinal.
O Sul chegou este ano a 113 municípios cobertos pelo sinal digital aberto e gratuito, inclusive com mais de uma emissora em diversas cidades. Cascavel (PR), por exemplo, passou a receber a programação em alta definição da RPC, afiliada da TV Globo, desde outubro deste ano, além de já receber o conteúdo da TV Tarobá, afiliada da TV Bandeirantes. O estado do Paraná também passou a contar, em 2011, com a programação em HD da RICTV, afiliada da Rede Record em Curitiba. Em toda a região Sul, 37% da população mora em cidades com sinal de TV digital.
Em outubro, Fortaleza (CE) entrou para a lista da Record de afiliadas digitalizadas, por meio da TV Cidade. Na capital cearense, além da Record, é possível assistir à programação em HD da TV Verdes Mares (Globo), Rede TV!, TV Ceará, TV Jangadeiro (SBT) e TV União. Em todo o Nordeste, outros 80 municípios contam com o sinal da TV digital, correspondendo a 31% da
população dos nove estados.
O Centro-Oeste, por sua vez, possui 67 municípios com o sinal da TV digital, com um alcance de 56% da população, enquanto o Norte soma 37 municípios que concentram 33% da população de todos os sete estados. Para ampliar esses percentuais, um dos principais objetivos das emissoras a partir de 2012 é interiorizar a transmissão do sinal gratuito.
Dentre os estados, São Paulo figura com aproximadamente 70% de sua população coberta pelo sinal digital – mais de 28 milhões de pessoas. O índice também é elevado no Rio de Janeiro, onde 65,7% dos habitantes podem receber o sinal da TV digital em televisores ou em dispositivos móveis, como celulares, receptores de TV digital ou em notebooks utilizando um aparelho com saída USB. Em Goiás, 59,6% da população vivem em cidades onde já existe o sinal da TV digital – seja pela TV Anhanguera, TV Tocantins, TV Rio Vermelho, TV Serra Dourada ou Rede Record.
"Esses números consolidados mostram que as emissoras estão investindo fortemente na digitalização de suas transmissões, para que todos os brasileiros tenham acesso a essa nova tecnologia e possam desfrutar de uma qualidade de imagem muito superior e com recursos de interatividade sem nenhum custo mensal", afirma Roberto Franco, presidente do Fórum SBTVD.
A relação completa de municípios brasileiros com recepção do sinal digital de pelo menos uma emissora de TV está disponível no site oficial da TV digital.
Mulheres derrubam mito do "celular bonitinho"
Fonte - Site IGUm lugar comum da indústria de produtos de tecnologia era o que de as mulheres prestavam mais atenção ao aspecto visual dos aparelhos do que aos recursos. Daí o mito de que, para se tornar popular entre mulheres, um produto deveria ser “bonitinho” e ter cores femininas.
Mas recentes pesquisas desmentem essa tese. Uma delas, do instituto Data Popular, revela que o item Praticidade é o mais valorizado pelas mulheres ao adquirir um notebook. Este item foi citado por 78,6% das mulheres da classe C entrevistadas no levantamento As Poderosas da Nova Classe Média Brasileira, realizado no segundo trimestre deste ano. Já o item Beleza teve apenas 6,8% de citações.
Em nossos levantamentos de comportamento de consumo, não detectamos diferenças radicais de comportamento de compra entre homens e mulheres”, afirma Cássio Tietê, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Intel Brasil, empresa que também realiza uma série de levantamentos sobre comportamento de compra.
Segundo ele, os critérios usados por mulheres e homens ao comprar eletrônicos são semelhantes. “Até três anos atrás, havia uma diferença maior de comportamento. Mas a ideia de que a mulher leva em conta apenas a parte estética, hoje em dia, não corresponde à realidade”, diz.
Para Hamilton Yoshida, diretor de Marketing da Samsung Brasil, o design é um fator importante na hora da compra, tanto para homens quanto para mulheres. Mas a noção de design vai muito além da estética. “Ninguém quer comprar um produto feio, claro. Mas o design não é só a parte estética. Ele inclui também itens como facilidade de uso, clareza nas funções do aparelho”, afirma.
Segundo o executivo, essa noção mais ampla de design, que engloba itens como praticidade e facilidade de uso, orienta cada vez mais a compra de eletrônicos. E isso é igual para homens e mulheres. “As mulheres, em muitos casos, comandam as finanças da família. E a opinião delas é importante principalmente nos casos de produtos de uso coletivo, como televisão”, diz.
No caso de produtos de uso individual, como celular, as mulheres têm cada vez mais o hábito de pesquisar informações antes da compra para evitar uma escolha errada. “Os homens costumam ter mais conhecimento dos aspectos técnicos do produto. Mas observamos que as mulheres buscam esse tipo de informação, seja por meio da internet ou de consulta a amigos”, afirma Yoshida.
Na internet, elas são mais sociais
Se ao comprar eletrônicos as mulheres cada vez mais se comportam de forma semelhante aos homens, na internet ainda existe uma diferença significativa: elas são mais adeptas de ferramentas sociais. Nos Estados Unidos, um estudo da empresa Rebtel apontou que mulheres usam mais redes sociais do que homens. 60% das mulheres entrevistadas afirmaram usar as redes sociais para se comunicar com parentes. Entre os homens, esse percentual foi de 42%.
A consultoria Nielsen também apontou a preferência feminina por redes sociais. Um estudo da consultoria mostrou que o aplicativo do Facebook é usado por mais de 80% das mulheres com celulares Android. Entre os homens, esse percentual é de 66%.